VIOLENTOS VERMELHOS
Daniela Possamai — Plastic Artist
Nasceu,
Teve um pai, uma mãe, um
berço, uma casa..
Foi à escola,
Depois à
universidade.
Mudou de cidade tantas vezes que já
nem sabe.
Enlouquecida por arte e
filosofia..
Sonhava em jantar com
Quintaninha..
Considera Jorge Luís Borges
Deus
Gosta de vinhos e verões
Coleciona céus e ama nuvens..
Certa vez quis ser poeta,
E quis, sim, ser poeta, nunca uma
poetisa..
Escreve desde que se sabe gente e, porque lhe
agradam os ventos, pendura, dia sim dia não, sua própria alma no varal..
Versos, (RE)versos e Afins
Exposição individual na Casa das Artes, Bento Gonçalves, explorando a íntima intersecção entre a palavra poética e a expressão abstrata sobre tela.
Série Vermelhos
Série exclusiva encomendada por curadores europeus, onde a paixão e a violência se encontram na tela nua.
O Peso da Matéria
Instalação imersiva focada no contraste entre a leveza da intenção e a brutalidade do material, utilizando argila e ferro bruto.
Trajetória & Atuação
Artista visual, poeta e curadora de arte com atuação na intersecção entre arte contemporânea, arquitetura, design e produção cultural. Diretora da Mostra Decorare de Arquitetura, Design e Decoração.
- 2026 – Teia Feminina (Coletiva)
- 2025 – Violentos Vermelhos – Museu do Imigrante
- 2025 – Antagonismo do Avesso (com Karem Jacobs)
- 2024 – Versos, (RE)versos e Afins – Casa das Artes
- 2025 – Geometria do Intangível – Bernardo Gehlen
- 2024 – Ensaio sobre o Esquecimento – Christian de Lima
- 2024 – Exposição de Adda Pompermayer – Cesile
- Hotel Boutique Lote 20 – Um céu para ti reinventado
- Tubuna Gastronomia – (Não) te demores
- Mostra Decorare – Poema para uma parede cheia de afetos
- Paula Lombardi Estúdio – Por onde andará teu cabelo ao vento?
Daniela Possamai
Vamos criar juntos?
Nasceu,
Teve um pai, uma mãe, um berço, uma casa..
Foi à escola,
Depois à universidade.
Mudou de cidade tantas vezes que já nem sabe.
Enlouquecida por arte e filosofia..
Sonhava em jantar com Quintaninha..
Considera Jorge Luís Borges Deus
Gosta de vinhos e verões
Coleciona céus e ama nuvens..
Certa vez quis ser poeta,
E quis, sim, ser poeta, nunca uma poetisa..
Escreve desde que se sabe gente e, porque lhe agradam os ventos, pendura, dia sim dia não, sua própria alma no varal..
Teve um pai, uma mãe, um berço, uma casa..
Foi à escola,
Depois à universidade.
Mudou de cidade tantas vezes que já nem sabe.
Enlouquecida por arte e filosofia..
Sonhava em jantar com Quintaninha..
Considera Jorge Luís Borges Deus
Gosta de vinhos e verões
Coleciona céus e ama nuvens..
Certa vez quis ser poeta,
E quis, sim, ser poeta, nunca uma poetisa..
Escreve desde que se sabe gente e, porque lhe agradam os ventos, pendura, dia sim dia não, sua própria alma no varal..